The_Death_of_Socrates-2

Filosofando Sobre O Direito À Morte

… E tudo na Vida se resume na Morte. Nascemos para viver, mas vivemos para morrer. Assim, Vida e Morte conformam o paradoxo existencial de todo ser vivo da natureza.
Sobre a questão, reporto-me a um trecho de um famoso ensaio de Jorge Luis Borges – A Imortalidade, onde ele se refere ao Fédon de Platão, um diálogo que conta o que se passou na última tarde vivida por Sócrates, quando seus amigos sabem que chegou o navio de Delos, e que nesse dia Sócrates beberá a cicuta:

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monalisa

Pensando o feminino

Gerada nos primórdios, a ideologia do patriarcalismo, que delegou ao homem o comando do mundo estereotipando a masculinidade como sinônimo de poder, transformou a Mulher em figura secundária no processo de formação e desenvolvimento da Humanidade. E isto, enfatize-se, em âmbito mundial, o que gerou a negação da participação ativa da Mulher no processo da evolução humana, dificultando seu pleno desenvolvimento humano e social.

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criança

Um dever de todos…

O que mais me espanta em nossa sociedade capitalista é a inversão dos valores morais. Lamentável, porque é essa inversão que torna as leis sem qualquer efeito. O Homem faz as leis regidas por uma Constituição Federal – poder supremo da legislação que rege a sociedade –, mas essa própria sociedade as ignora, valendo-se de todo tipo de artifício para justificar o não-cumprimento, ipsis litteris, do que rezam as leis em todas as áreas do Direito, especialmente, as leis infraconstitucionais de proteção aos seres humanos indefesos, ou seja, pessoas dependentes de outros e, por isso, hipossuficientes (leia-se menores de idade, deficientes mentais e idosos), passando a prevalecer a vontade daqueles que têm o poder de mando sobre elas, em detrimento dos seus direitos.

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Nos Domínios do Machismo

Uma mulher não é um falo senão na medida em que está aprisionada ao homem; ela assume essa identidade na proporção da perversão masculina. Nessa medida, apenas as insígnias do “feminino” recobrem uma identificação ao falo que é, em primeiro lugar, o sinal do reconhecimento evanescente do desejo (POMMIER).

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