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Como a linguagem da mídia controla os pensamentos

Com os sinais trocados, a velha mídia se vale da novilíngua de Orwell. Restringe ou anula as possibilidades de raciocínio dos leitores, telespectadores/eleitores e vai além ao determinar aos seus editores, redatores, repórteres e produtores de TV o silêncio, o registro ou a ênfase de fatos, coisas e pessoas segundo parâmetros pré-determinados. Ela busca o controle do pensamento, procura abolir a reflexão crítica e tenta impedir que idéias para ela indesejáveis floresçam e dificultem o retorno de um projeto de poder que se esvaiu, porque ficou velho, há 13 anos. […]
A linguagem viciada da velha mídia começa a ser questionada porque sua falta de credibilidade é crescente. “A credibilidade é o seu freio.” [diz Venício Lima, professor de Ciência Política e Comunicação da Universidade de Brasília (UnB)].

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LutaEstudantesSecundaristas

Se Alckmin recuou, por que os estudantes continuam mobilizados?

Uma semana depois de o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ter anunciado a suspensão da chamada reorganização escolar, os secundaristas contrários a esse plano ainda estão mobilizados. Ao menos 120 escolas ainda seguem ocupadas, uma grande manifestação ocorreu na última quarta-feira, e outros travamentos pelas vias da cidade se repetiram. Mas, o movimento já começa a dar sinais de esgotamento, pois o número de escolas ocupadas já caiu significativamente – eram 200 até a semana passada.

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Bento_Rodrigues

A LAMA

Com o rompimento da barreira entre metáfora e concreto,
a catástrofe torna o Brasil irrepresentável.
Como não pensar, a cada dia, que a lama avança. Essa lama tóxica que mata gente, mata bicho, mata planta, mata histórias. Essa lama que engoliu um povoado chamado Bento Rodrigues, assassina o Rio Doce, avança pelo oceano, atravessa os estados e segue avançando. Essa lama que deixou meio milhão sem água. Essa lama venenosa que vai comendo o mundo como se fosse um organismo vivo. Essa lama morta que se move. E ao se mover, mata.

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Foto: Agencia Paraná

Humilhar e ignorar professor pode. Sufocar e ferir não

De repente algo se esgarçou e tornou-se inaceitável para uma parte significativa da sociedade. Ainda houve quem tentasse transformar os professores em “vândalos”, a palavra usada para criminalizar aqueles que protestam desde as manifestações de 2013. Ainda houve na imprensa quem chamasse massacre de “confronto”, o truque para transmitir a ideia de que eram forças equivalentes em conflito. – O que se pode infligir a um educador sem causar indignação aponta o tamanho do buraco da educação pública no Brasil.

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O massacre do Rio de Janeiro contra os garis

Nos dias 28 e 29 de abril, enquanto professores estaduais eram violenta e covardemente atacados no Paraná, no ato que ficará conhecido como o “massacre de Curitiba”, cerca de 50 garis eram igualmente massacrados, também de forma violenta e covarde, no Rio de Janeiro, embora de forma diversa, sendo que em ambos os casos foram atingidas a classe trabalhadora como um todo e a ordem jurídica constitucional.

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Chefe do massacre aos professores, Rambo Curitibano é símbolo do atraso na segurança pública

O massacre aos professores paranaenses que ocorreu dia 29/04 em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) teve como um de seus principais responsáveis Fernando Francischini, Secretário de Segurança Pública do Paraná. Ao lado do governador Beto Richa, ele comandou uma ação que deixou mais de 200 feridos, oito em estado grave. Desde a ocupação da Alep que ocorreu em fevereiro deste ano, o secretário atuou pessoalmente comandando a ação da Polícia Militar do Paraná (PM) e elaborou a tática de guerra utilizada pelas forças policiais. Mas de onde veio essa figura e o que ele pensa obre a segurança pública?

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lutaDosProfessoresDoParana

Parabéns, professores do Paraná, vocês tiraram o bicho da toca

Ontem o Brasil viveu um dos episódios mais chocantes da história da luta dos professores em defesa da educação e dos seus direitos. A bárbarie perpetrada em Curitiba pelo governador Beto Richa e o seu secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini, com centenas de educadores feridos, demonstra o quão violento é o braço político-judicial que se arma a partir do Paraná com o objetivo de endireitar o país.

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paranaProfessores

Paraná, uma democracia sitiada

Para garantir que o povo não chegasse à Assembleia Legislativa, o quarteirão inteiro foi interditado e a ALEP foi literalmente sitiada com barreiras e policiais. A casa que deveria ser a representação popular do estado foi – por vontade do governador Beto Richa – cercado para garantir a votação do projeto que apenas ele e sua base aliada acha digno. Na segunda-feira, primeiro dia de tramitação do projeto, não se via outra coisa no centro de Curitiba senão ônibus, camburões e carros socados de policiais armados em direção à Assembleia.

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moro

A legalidade ou um jogo de truco?

A mídia tolamente hipnotizada ou deliberadamente cínica, em boa parte cúmplice do ‘método Paraná’ de sentenciar antes, para investigar depois, olhava para as fotos dos vídeos publicadas em suas próprias página como os bobos da corte da fábula do Rei Nu: elogiava a fina seda do monarca de Curitiba.

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trabalho escravo

O Brasil vai desistir de combater o trabalho escravo?

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que altera o conceito de trabalho escravo contemporâneo, facilitando a vida de quem se utiliza desse crime. O projeto de lei 3842/12, do deputado federal Moreira Mendes (PSD-RO) exclui condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva do artigo 149 do Código Penal, que trata do tema.

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