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Filosofando Sobre O Direito À Morte

… E tudo na Vida se resume na Morte. Nascemos para viver, mas vivemos para morrer. Assim, Vida e Morte conformam o paradoxo existencial de todo ser vivo da natureza.
Sobre a questão, reporto-me a um trecho de um famoso ensaio de Jorge Luis Borges – A Imortalidade, onde ele se refere ao Fédon de Platão, um diálogo que conta o que se passou na última tarde vivida por Sócrates, quando seus amigos sabem que chegou o navio de Delos, e que nesse dia Sócrates beberá a cicuta:

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serge

A economia fracassou, o capitalismo é guerra, a globalização é violência.

O teórico do decrescimento feliz intervém no Bergamo Festival, na Itália: “O comércio livre é como uma raposa livre no galinheiro livre”. E também critica a Expo Milão: “É a vitória das multinacionais, certamente não dos produtores. É preciso dar um passo para trás. Estamos obcecados pelo acúmulo e pelos números”.

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Os Companheiros: os operários do filme de Monicelli contentam-se com treze horas de trabalho diário

Lutas vãs

A religião do deus mercado nos devolve às vicissitudes do passado e aprofunda a desigualdade. E os trabalhadores? Que se moam…

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Essa ilustração feita pela Juliana Lucato foi inspirada na capa do disco Raio X Brasil, do Racionais MCs.

A Fábrica de Revolta e Ódio para Onde Querem Mandar os Adolescentes

É preciso muita engenhosidade para fazer 56 pessoas conviverem em uma cela com espaço para 12 no Centro de Detenção Provisória (CDP) da Vila Independência, em São Paulo. A partir das 16h, todos são trancados para só saírem de manhã. Se dependesse das autoridades, a vida dentro daquele depósito fétido, quente e escuro seria inviável. Mas, ao longo dos anos, os prisioneiros vêm construindo soluções para sobreviver dentro do sistema.

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África: o agronegócio é a nova versão do colonialismo

Os países do G-8 querem assumir a terra do continente africano, exportando suas tecnologias e ignorando qualquer conhecimento agroecológico. O próprio G-8 definiu há dois anos uma estratégia até 2022, para retirar 50 milhões de pessoas da situação de fome. Uma hipocrisia que de tempos em tempos os governantes ricos do planeta transformam em anúncios pomposos e planos detalhados. Este ano, por exemplo, era para ser a data em que a fome no mundo seria reduzida a metade. Isso foi anunciado no início do novo milênio.

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maionossomaio

Maio, Nosso Maio

Neste 1º de Maio a revista emContraSenso homenageia a luta dos trabalhadores de todo mundo compartilhando a animação “Maio, Nosso Maio” produzida pelo Estúdio Gunga.

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robertoMarinho

Uma pequena história da mídia brasileira, nos 50 anos da Globo

No Brasil, grupos americanos trouxeram um modelo de negócios baseado na bandeira do anticomunismo e de alianças com as mais corruptas ditaduras do mundo. No final dos anos 60, com a doença de Assis Chateaubriand e a crise dos Associados, a Globo assumiu a liderança na TV aberta e a Abril a do mercado de revistas.

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Fila de escravos, Vale do paraíba do Sul- Litografia sobre foto de Victor Frond-1859

Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973

Uma entrevista de 1973, encontrada recentemente por um grupo de estudos de cultura africana, retrata o quão recente na história do Brasil a escravidão está. No ano da gravação, Maria Teresa Bento da Silva estava com 117 anos, e relatou as tradições africanas no dia-a-dia dos escravos, a fuga da fazenda e o Jongo. Leia a transcrição, publicada no blog de um dos participantes da gravação, o Spirito Santo.

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Com a palavra, Anita Leocadia Prestes: “Não sou como falam por aí. Isso é coisa da mídia”

Há 73 anos atrás, Olga Benário foi executada aos 34 anos, com mais 199 prisioneiras, na câmara de gás do campo de extermínio nazista de Bernburg. Reconhecendo a importância do dia 23 de abril na inscrição da história moderna, a revista emContraSenso recorda a entrevista dada por Anita Prestes (filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes) ao jornal “Zero Hora” de Porto Alegre em 5 de janeiro 2014.

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De onde vem o conservadorismo?

Há um certo espanto com as recentes manifestações de direita no Brasil, como se fossem algo fora do lugar e do tempo, resquícios de um tempo obscuro que se esperava superado. Por outro lado, espantam-se os que crêem que tal fenômeno é absolutamente novo – daí os epítetos tais como “nova direita”, “onda conservadora” e outros. Acreditamos que o conservadorismo que se apresenta na ação política de direita não é algo do passado que se apresenta anacronicamente no cenário de uma democracia, nem algo novo que brota do nada.

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